WANDERLEY NOGUEIRA
Egito, Biolorussia, Nova Zelândia e Honduras caíram diante da Seleção Brasileira.
A última adversária, 63ª colocada no do ranking da Fifa, jogou boa parte do jogo com dez jogadores.
No final, terminou com nove atletas.
Vitória é sempre bom. Tem sabor doce.
O time brasileiro, que considero a principal força do futebol do país, está na semifinal.
Esse discurso de “meninos do Brasil” não cola.
Lá estão jogadores experientes e com rodagem internacional.
O time tem o principal jogador do Brasil e um dos mais balados do mundo.
A equipe está sob o comando do treinador oficial da Seleção e a CBF tem R$ 200 milhões de patrocínios anuais.
Prata não serve. Muito menos bronze.
Diante do status brasileiro no futebol, todos os jovens adversários (verdadeiros times olímpicos) que participaram e aqueles que ainda respiram não passam de coadjuvantes.
Só o futebol brasileiro masculino tem obrigação de ganhar o ouro.
As outras equipes brasileiras, de todas as modalidades, são primas pobres.
Até o vôlei. O vôlei, perto do futebol, conta moedas.
Foram quatro partidas nos Jogos Olímpicos, 20 dias de treinamentos e mais alguns jogos antes da competição na Inglaterra.
Era esse o futebol que o torcedor brasileiro esperava ver?
Estou perguntando para todos que encontro pela frente.
Depois eu conto o resultado da “pesquisa”.
Mas, deixe aqui a sua resposta…
