Wanderley Nogueira
Tem gente que gosta.
O jogador malandro é aplaudido por muitos.
Suas artimanhas são enaltecidas.
São artimanhas ilícitas, visando levar vantagens sujas.
Algumas avaliações traduzem como engenhosidade e sutileza.
A malandragem foi imortalizada pela chamada Lei do Gerson : ” gosto de levar vantagem em tudo ” .
O bom malandro (?) engana o otário sem que este perceba ter sido enganado.
É o que acontece com os árbitros, que são manipulados pelos jogadores simuladores de faltas.
Sem dúvida, a arbitragem brasileira passa por um momento preocupante.
Mas, o árbitro enganado é vítima . É induzido ao erro.
Sabemos que a malandragem é utilizada em todos os segmentos. Em jogos de azar , nos negócios, na vida social.
Tem para todos os gostos.
Muitos consideram a “malandragem” como romântica.
Mas, o assunto é futebol…
O jogador que não simula é considerado um “trouxa”.
Deveria se aproveitar - dizem os espertos - do otário do árbitro.
